sábado, 24 de outubro de 2009

6 Capitulo - Entre a luz e a escuridão .


Bem , perto da escola , aconteçeu ..

Não lembro de muitas coisas , mais a ultima coisa que eu não consigo tirar da minha mente , foi aquele carro desgovernado , vindo em nossa direção e logo em seguida , apenas a luz branca . A minha vida passava toda por minha mente em segundo , antes da escuridão me dominar .


- Ele está se mechendo , muito - escultei , uma voz nova falando _ chame o dotor .


- Tá - outra voz .


- Onde eu estou - falei com muita dificuldade.


- Calma , você está no hospital - a voz que eu ouvirá primeiro , disse - Acalme-sse.


- O que aconteçeu - realmente eu não me lembrava de nada - onde está meus pais.


Nos interrompendo, entrou na sala mais alguem , desta vez era a voz de um homem .


- O que houve? - a voz falou . - Ele está inquieto - a mulher que conversa-rá disse - vamos precisar de um calmante.


- Não , não . Eu estava me retorçendo , tentando me levantar mais como se algo me enpurrasse para baixo com tamanha força que , eu fazia força atoa.


- Acalme-se - a voz masculina disse - está tudo bem , vai ficar tudo bem .


Depois disto , a única coisa que eu senti , foi uma objeto perfurando meu punho , em seguida não vi mais nada , além da escuridão . Meu sub-cosciente não me dizia nada além da escuridão e da luz , isso estava me matando , o desespero de saber mais , mas além do que precisava.


- Ele esta acordando , - acordei ,e logo de cara fui dominado pela calma e preocupação .


- Oi , filho .


Meu pai estava alí na minha frente com alguns curativos no rosto e com os olhos brilhando ,- acho que ele estava chorando - e estava com uma cara não muito boa .


- Oi, pai - eu disse pra ele com uma enorme alegria - o que aconteçeu ?


- Still , agente sofreu um acidente de carro . - começou ele com mais calma do que o necessário , até parecia que ele estava querendo me dizer alguma coisa - um carroveio e bateu no nosso , o culpado estava bêbado , mais eu estou bem ! E você também .


No momento de suas palavras , um frio subiu por meu corpo , eu não entendia o que ele queria me dizer com aquilo , pelo que eu me lembra-rá não estava só nos no carro .


-Pai , está querendo me dizer algo ? - minhas lagrimas escorria por meu rosto involuntariamente , eu já sabia a resposta - Pai ?


- Stiil , você tem que ser forte , por que o que eu tenho pra dizer , não e uma noticia boa - eu começava entrar em estagio de desespero naquele momento.


A única coisa que eu lembro era de que depois disto , eu escutei - " Doutor ele está desmaiando " - logo em seguida , voltei ao mesmo estado de antes , entre a luz e a escuridão .


domingo, 11 de outubro de 2009

5 Capitulo - Perto do perigo.


- Que saco - reclamei - quem abriu essa janela ?

Era 6:00am , e minha janela estava toda aberta , será que o que aconteçeu ontem não foi esqueçido , e minha mãe não me deixa dormir até mais tarde.- será ? - ou foi eu, que não fechei na noite anterior .Minha porta se abriu .

- Stiil , levanta - minha mãe estava toda arrumada , com uma maleta na mão - você vai se atrasar .

- Atrasar , pra que mãe ? - minha voz era de surpresa , eu não lembrava-me de compromisso nenhum .

- Aula , filho - ela não estava me entendendo - , Stiil hoje e terça-feira.

O meu descanso de ontem , com minhas 4 horas de Tv me fizerão esqueçer de que não era um domingo , mas sim uma quarta-feira.

- Acho que você , não acordou direito - minha mãe , agora estava tirando com minha cara .

Deitei , novamente e puiz o cobertor por minha cabeça .

- Stiil , vamos o café já esta na mesa .

- Anão mãe , - choraminguei - só mais 5 minutos .

- Não , Stiil - minha mãe resmungava , alguma coisa - levanta .

- A nem , que saco viu - odiava levantar cedo ,e mesmo assim , inssistia em estudar de manhã - ainda bem , que e meu ultimo ano nessa escola .

- Não se esqueça - começou , ela - que você sai do colegial , mais vai pra faculdade .

Anão , eu não pensava nisso ainda . Pensei que estava me livrando de uma , mais na verdade estava era saindo de uma para entrar na outra . Fui para o banheiro tomar um banho.

- Falando nisso , filho - minha mãe era insistente - você já pensou , no que vai se formar ?

- Não , mãe - eu queria tomar banho - eu posso tomar banho ?

- Pode - saiu do quarto , bruscamente .

Minha mãe não falava em outra coisa , a meses a não ser "faculdade" , ela queria que eu me formaçe em psicologia , mas eu não queria mesmo - pensava em alguma coisa na area de humanas - mas não tinha certeza ainda. Sai do banheiro , fui colocar o uniforme - ainda não entendia por que o colegial usava uniforme - mas tudo bem , desci para tomar café .

- Filho fiz seus bacons - pra variar , era o que eu comia todo dia - vai querer ovos ?

- Não , obrigado.

- Bom dia , rapaz - disse meu pai.

- Bom dia " pai " - eu ainda , não esqueçe-ra da raiva que ele me passou , noite passada - que cara de pau .

- O que disse , Stiil ? - ííí .. ele escutou - eu não entendi bem .

- Nada , não pai - pensei ter sussurrado - nada , não .

- Vamos , Stiil - minha mãe me apressá-ra - vamos nos atrasar.

Engoli meus Bacons , e um pouco do suco de limão ,mas não me dei por satisfeito , então fui comendo uma maça .

- Stiil , você não vai levar a mochila ?

- Ah , é - esqueçi , de novo - vou .

Subi as escadas , correndo .Com cuidado para não desabar na volta , puis meus trem tudo dentro da mochila , e corri .
Meu pai pegou , um caminho diferente do que de costume , e quando estavámos quase pertos , aconteçeu ...

sábado, 10 de outubro de 2009

4 Capitulo - Rebeldia .


Desci as escadas - já sabia o que me aguardava - minha mãe estava lá ,com os braços cruzados me olhando , esperando uma explicação . Quando cheguei a superfície plana , fiquei olhando para ela , então começou .

- Estou esperando - falou firmemente - espero que tenha uma boa explicação .

Eu não respondi , fiquei olhando para o chão uns três minutos , e então ela interrompeu meus pensamentos , sobre qual desculpa iria dár .

- Como eu imaginava - falou ela com pulso firme - não fez , por que não teve interesse .

Não tinha nada que me irritava mais do que a minha mãe inventar o motivo do problema , tudo bem que eu não fiz por que esqueçi mais , não foi por que eu não tive interesse , se eu tivesse lembrado eu tinha feito sim .

- nossa , mãe .- falei quase gritando - que não tive interesse o que , eu esqueçi .

- pois é , você vai ganhar uns bons dias no seu quarto pra lembrar , então .- oq ue ela queria dizer com aquilo ? - e espero que adiante .

- O que você quer dizer ? - perguntei pasmo , esperando que não fosse o que eu estava pensando - só falta me dizer que vai me por de castigo.

- Como você acertou ? - lá veio ela , com sarcasmo - e desta vez você não vai conseguir me enganar .

- Nossa mãe , você não acha que eu já sou velho demais para isso ? - começei a rir , mas disfarçei - tenho 17 anos , pra sua informação .

- Em quanto você morar sobre meu teto , quem dita as regras sou eu - agora ela realmente alterou - e fique bem ciente disso .

- Tudo bem , mãe - agora ela me ofendeu - já que você está praticamente me mandando embora , - fiz um pouco de drama - eu vou .

Subi as escadas correndo , com raiva de tudo e de todos , não acreditava que tinha escutado aquilo da pessoa que eu mais amava - entrei para o quarto - pensei no que iria fazer agora , e então fui interrompido .

- Stiil , - Batidas na porta - vamos conversar , filho .

- Não , mãe - gritei com ela - eu estou arrumando minhas coisas .- eu nem estava , mais ia começar .

- Pra que filho ? - perguntou ela , depois de me expulsar - não precisa de fazer isso , e que eu estava muito nervosa .

- Agora e tarde ,mãe - respondi ,- eu vou embora , daqui .

Ouvi meu pai subindo as escadas , com nossa gritaria , concerteza estava querendo saber o que aconteçeu , alem da discussão logo , em baixo.

- O que está aconteçendo ?- escutei meu pai perguntando.

- O Stiil , está arrumando as coisas dele - agora ela estava choramingando - ele vai sair de casa .

Depois de minha mãe se calar , escutei meu pai rindo - como se tivesse graça - , então ele começou .

- Não se preocupe , ele não vai sair - disse ele , pra minha mãe - ele não tem pra onde ir .

- você e que pensa , - gritei , com raiva - eu moro na rua , se precisar .

- Stiil , pare com isso ,antes que me irrite - meu pai , me gritava , mas sem alteração de humor na voz - se você sair , você não entra aqui mais .
Parei e pensei , será que eu estava fazendo a coisa certa ? - minha mãe começava a chorar , alto - pensei ,e então meu pai disse .

- olha o que você está fazendo com sua mãe Stiil - eu estava com dó da minha mãe , não queria ve-lá chorando - está bem avisado , se sair não volta.

E então escutei eles descendo , será que eles não estavam preocupados , comigo ? - A ameaça que meu pai fiséra seria , verdade ? - e então deitei novamente em minha cama , e pensei . Passou horas que eu estava alí já , quase 2:30 se passarão .
Então decidi que não iria , embora . Do que eu iria viver ? - não tinha onde ficar - Por mais que meu pai risse de mim , ele tinha razão ; eu não iria sair dalí.
Abri a porta e desci , quando cheguei na sala , minha mãe levantou , com os olhos ainda molhados , e meu pai começou a sorrir .

- Não vai mais ? - me perguntou , com sua total ironia - ou vem buscar alguns alimentos para levar ?.

- Para , Bill. - disse minha mãe a ele ,- não faça isso , por mim .

- Filho , - começou minha mãe - me desculpe - eu errei , ela pediu desculpas - eu estava muito brava , e descontei em você .

Fingi que não ouvi , abri a geladeira peguei , uma soda e subi. Como eu deduzi-rá , minha mãe veio atrás .

- mãe , não quero falar agora - como eu era bruto - por favor !

- Filho , - começou - você sabe que eu te amo , não sabe ? - esperou por minha resposta , eu não respondi - filho eu só quero o seu bem , por mais que isso precise de umas duras de vez em quando , más e pro seu bem Stiil .

- Mãe , eu te amo também , mas eu não gosto quando você inventa motivos pros meus erros , - finalmente , conversei - eu não fiz o trabalho porque eu realmente esqueçi , eu sei que foi irresponsabilidade minha.- confessei .

- Tudo bem filho , vamos esqueçer isso , mas na próxima vez mais compromisso , com suas coisas - ela tinha razão - por que eu não quero que você repita de ano .

- Tudo bem , mãe - descemos - mais mãe , o meu pai e muito insensivel - reclamei.

- Ele , ama você filho , e por mais que ele não mostre tanto , ele ficou preocupado - disse-me ela , com cuidado .

Ficamos sentados um pouco , todos juntos . Quando deu quase 00:00 horas , tomei banho e cama .

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

3 Capitulo - Descoberta.


Eu não acreditava que via ele ali , parado na minha frente .Seria uma miragem pelas 4 horas de TV , ou realmente ele estava ali , então resolvi agir.

- Sr. been o que o trás aqui ? - minha voz de desconfiança estava presente.

- Stiil - sua voz era de sarcasmo- sua mãe me procurou , e disse do ocorrido - mãe , obrigado - mas vejo que já melhorou , está até andando normalmente.

- É realmente melhorou, muito - por que ele estava ali ? não era só por preocupação - más o que faz aqui mesmo - repeti a pergunta , para obter logo uma resposta .

- Como você não pode ir a aula - começou ele - eu vim aqui buscar seu trabalho de Física – o que eu esperava aconteçeu - creio que tenha feito , né ?

O que eu iria fazer agora , nem me toquei que poderia ter aproveitado o meu dia de " folga " e feito o trabalho - mas como eu poderia adivinhar que ele virinha buscar ?- , afinal eu só teria outra aula dele na outra semana .

- Claro , Sr. been - não Sr. been , outra mentira - eu vou busca-ló .

O que eu iria fazer , nem se quer um rascunho eu tinha ali , se eu inventasse algo muito convincente , ou talvez eu caisse outra vez da escada e tivesse que , ir ao hospital - concerteza doeria muito – o que eu ia fazer ?
Entrei no meu quarto , e revirei minha mochila , - não sei pra que , mas eu revirei - não encontrei nada . Então encontrei uma saída .

- mãe , onde está minha mochila ? - no meu quarto , não estava mais - não encontro em lugar algum .

- Uai , filho - disse ela pensativa - acho que não peguei ela .

- Mas mãe , eu coloquei em cima da mesa do computador - ali já se eram três mentiras - , e não está aqui .

Naquele momento a minha mochila estava muito bem escondida , e concerteza ninguem , acharia . Continuei com o fingimento ,me fiz até de preocupado , mais aquilo só estava me dando tempo. Talvez se o Sr.Been canssasse ele iria embora e eu entregaria o trabalho amanha , mas teria de passar a noite toda fazendo , o que eu não .
Fui até a sala de estar , e começei a revira-lá toda , mas derrepente chegou o meu pai , com um objeto na mão , de um tecido preto com desenhos , cheguei até a pensar que era algo que tinha trago do trabalho ,mas depois eu me dei conta de que era realmente o que eu menos esperava , era a minha mochila .

- Stiil - disse , ele - essa não é a sua mochila?

- É sim , pai - por que ele tinha de encontrar ela ? - onde á , encontrou ? - como se eu não soubesse que estava dentro do armário da lavanderia , embaixo do tanque .

- Ah , estava num armário , em baixo do tanque - ele disse sem nenhuma , preocupação - estava bem , escondida .

- Hum , mas quem a colocou lá ? - eu tinha que achar um culpado que não fosse eu - eu , a coloquei lá no meu quarto .

- Stiil - disse minha mãe - pegue o trabalho e entregue logo , depois agente conversamos sobre essa mochila - pareçe que minha mãe já tinha sacado tudo .

Fingi revirar a mochila , e com aquela cara de " o meu trabalho sumiu " , mas pareçe que minha mãe estava impaciente , então ela disse .

- Stiil , você não fez o trabalho , não é ? - como minha mãe era esperta , mais por que ela não me ajudará , e falasse sobre isso depois - me desculpe Sr. been , o Stiil terá o castigo que ele mereçe .

- Não se preocupe Srt.cleiker , espero que ele posse lhé explicar o que aconteçeu , por que eu dei um prazo grande para o cumprimento da atividade - o Sr. been piorava as coisas cada vez mais , por que ele tinha que falar sobre aquilo ? - amanha eu converso com o Stiil , se ele for na aula e claro .

- Claro Sr. been , ele vai - minha mãe conversava e olhava para mim , como se eu tivesse cometido um crime - não e verdade Stiil ?

- Claro , mãe - ela me fuzilava com os olhas , junto com meu pai - é , é claro .

- Tchau , stiil . - tchau seu inconveniente , por que ele fora até a minha casa , que perseguição - até amanha.

- Tchau , Sr.Been .

Quando a porta se fechou eu fui logo , escapolindo para meu quarto , mas logo em segui ela se virou ferosmente e deu aquele grito .

- Stiil - pareçe que ela estava muito , muito brava - desçe aqui , agora .

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

2 Capitulo - A mentira .


Nos 45 do segundo tempo , eu me lembrei do Trabalho de Física , como eu pude esqueçer o trabalho mais importante do semestre ? - e uma pergunta que eu vou me fazer se eu não der uma boa desculpas para o Sr.been .

- Stiil - gritou minha mãe - estou esperando no carro.

Minha mãe era do tipo " demorou , bobiou " então se eu não me apressasse , com certeza ela iria me largar e eu teria de ir de ônibus - Ta ai uma coisa que eu " odeio " .
Desci correndo escadas baixo , é como eu estava tão atrasado ,recebi uma forcinha do destino. Cai , faltando 3 degraus para chegar a uma superfície plana .

- Ai , - meu grito de dor , fez com que minha mãe saísse do carro , como uma loca.

-O que aconteceu , Stiil ? - será que ela não estava vendo que eu cairá da escada ? - ,está tudo bem ?

Cai da escada , mãe - talvez isso seria uma boa desculpas para mim , não ir a aula - minha perna está doendo muito, mãe - declarei falsamente - ai! ,- realmente estava doendo ,mas eu conseguiria ir para aula e entregar o trabalho de física , que eu não fiséra . Então a pergunta que tanto esperava veio.

- Você consegue ir para a aula ? - sim mãe eu consigo . Seria essa a verdadeira resposta .

- Não!- menti- está doendo muito.

- Então , vou levar você ao medico , filho - disse ela .

- Não ! – o que eu diria para o medico ? , ele veria que não era nada e ela concerteza, me deixaria na escola , na volta.- eu prefiro ficar e descançar aqui , nem ta doendo tanto , deve ser só uma dor pela queda .

-Prefiro levar você, filho – o que eu faria para convence-lá ?- pode ser algo serio!

-Mãe, você não tem um reunião importantissima agora ? - lembrei do comentário que ela fez com o papai , na semana passada.

-É verdade ,- peguei ela de geito , uma coisa que minha mãe tinha como prioridade era , o seu trabalho - mas eu vou dár um geito , filho .

-Não mãe - respondi , calmamente - pode ir , eu me viro bem aqui .

Passei mais de 4 horas em frente , aquela TV enorme.Acho que fiquei com preguiça de estar com preguiça.Talvez se eu tivesse ido para a aula , o sr.beem me desse outro prazo , ou uma segunda chamada com a metade da nota.
Derrepente ,interrompendo meu momento cabeça , o portão se abriu .

-O meu pai chegou - pensei comigo mesmo.

Fui para a porta da frente , é quando Abri a porta .

-É , é ,Oi ? - eu não acreditava que ele estava ali , na minha porta .

1 Capitulo - 1ª Guerra Mundial.


Por que uma festa cança tanto ? .Dançar quase uma noite inteira , deveria ser normal pra um adolescente como eu .


- Stiil - gritou minha mãe - arrume seu quarto.- Foi assim que minha felicidade chegou no final .


-É mesmo necessario mãe ? - perguntei como se já não soubesse a resposta. -
-Sim - disse ela como se eu fosse obrigado !


-Na verdade eu era - Onde está a tecnologia , quando eu preciso dela ? - gritei como se ela estivesse me dando ouvidos .Fui arrumar o meu quarto - mesmo sem querer- como estava bagunçado , pareçe que a 1ª guerra mundial foi bem alí , naquele local .


-O dia chegou ao fim sem mesmo eu perçeber que passara a tarde e quase a noite toda dentro daquele quarto.


-Mãe - gritei como se o mundo fosse acabar - to com fome . A minha mãe nem se preocupára de levar algo para mim comer, mesmo vendo meu esforço para organizar aquele "lixo" que eu chamava de quarto.


-Tem pizza na geladeira - como assim eles compraram pizza e nem me chamou ? - quer que eu esquente para você ? - perguntou ela , como se a pizza fosse se esquentar sozinha.


-Claro , né mãe !- eu disse com desdenho.


Depois de alguns minutos desci para ver se a pizza estava pronta , é estava . Só quando me sentei pra comer que percebi que estava muito cansado , cansado além das contas . Desisti de comer e subi para o local onde ocorrera a " 1ª guerra mundial " , peguei o primeiro pijamas que ví , e levei para o banheiro .Foi como se eu tivesse morrido , aquela água quente relaxando todos os meus músculos , me fazendo esqueçer de tudo que eu fiz no dia todo , mas derrepente.


-Stiil - meu pai me retornou a realidade - eu quero tomar um banho , será que tem como ?- Como eu queria ter um taco de baseball para voar em cima do meu pai , mas enfim respondi .


-Claro , pai - claro pai, obrigado por me interromper , e tirar o meu único momento de paz - já estou saindo . Fui diretamente para a cama , quase me arrastando de tanto sono , mas eu consegui chegar .



Quando estava quase pegando no sono ,'' O Trabalho de Física " .